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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Sinais do trabalho de parto


São sinais de trabalho de parto:
  1. Cólica forte - contrações: estas contrações são ritmadas e surgem acompanhadas de dor. Inicialmente, surgem em tempos espaçados e vão diminuindo seu intervalo com o passar do tempo, tornando-se cada vez mais dolorosas e intensas. Saiba como identificar as contrações;
  2. Rompimento da bolsa: a gestante poderá observar que a bolsa rompeu quando vai ao banheiro e nota a saída de um líquido semelhante a urina, porém mais claro e turvo, que pode conter alguns traços esbranquiçados e que ela não consegue controlar. Veja o que fazer quando a bolsa estourar.
  3. Perda do rolhão mucoso: após ir ao banheiro e limpar-se, a grávida poderá observar a presença de uma secreção amarronzada com vestígios de sangue que servia para proteger o colo do útero. A sua perda pode indicar que o trabalho de parto está iniciando nesse exato momento, no entanto ele ainda poderá demorar mais alguns dias para acontecer; Saiba mais em: Como identificar o tampão mucoso.
  4. Dilatação do colo do útero: esta dilatação aumenta à medida que o trabalho de parto se desenvolve, mas só consegue ser observada pelo médico através do exame de "toque".
No caso de primeiro filho, o tempo de trabalho de parto normal varia entre 8 a 24 horas, mas este tempo diminui a cada gravidez.

Estou em trabalho de parto! E agora?



Ao identificar que está em trabalho de parto, deve-se levar em consideração alguns fatores como:
  • Se está marcada a cesariana:
Quando a grávida deseja fazer uma cesariana, mas entrou em trabalho de parto antes da data prevista para a cirurgia, deverá informar o médico imediatamente enquanto se desloca para o hospital.
  • Se deseja um parto normal:
​​Quando a grávida deseja um parto normal e descobre que entrou em trabalho de parto, deverá ficar calma e ver no relógio de quanto em quanto tempo vêm as contrações.
No início do trabalho de parto a grávida pode continuar fazendo suas atividades diárias. Especialmente quando é o nascimento do primeiro filho, porque neste caso o trabalho de parto leva muitas horas. Veja O que comer no trabalho de parto enquanto espera o momento ideal para ir à maternidade.
Durante o trabalho de parto a dor deverá ir aumentando aos poucos, mas quanto mais calma e relaxada a mulher estiver, melhor será o andamento do trabalho de parto. Não há necessidade de ir para o hospital logo que sinta a primeira contração porque o trabalho de parto ocorre em 3 fases, que incluem a dilatação, que é a fase mais demorada, fase ativa, que é o nascimento do bebê e a fase da saída da placenta. Saiba mais detalhes sobre cada fase em: Fases do Trabalho de Parto.
Se a bolsa ainda não estiver rompido, o que se pode fazer para aliviar a dor das contrações é tomar um banho morno, entrar numa banheira devidamente limpa ou numapequena piscina porque a água quente relaxa, favorecendo a dilatação. 
Deve-se ir para o hospital quando as contrações ficam muito fortes e vêm a cada 20 ou 15 minutos, no entanto deve-se ter em conta o trânsito e a distância do hospital.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O que comer e não comer na diabetes gestacional

A insulina é o hormônio responsável por controlar os níveis de açúcar do sangue. Quando o corpo não consegue produzi-la em quantidade suficiente, aparece a doença conhecida como diabetes.


O que pode comer

Carboidratos integrais. São alimentos de baixo índice glicêmico, ou seja, liberam menos açúcar do que as versões refinadas. Pão, arroz, macarrão integrais são boas opções.
Proteínas magras. Conferem boa sensação de saciedade. Filé de frango grelhado, peixe, cortes magros de carne vermelha.
Cereais e grãos integrais. Eles são ricos em fibras e favorecem a sensação de saciedade. Aveia, linhaça, chia.
Laticínios. Iogurte e leite devem ser desnatados e queijo branco também é uma boa escolha.
Legumes e verduras. Brócolis, beterraba, abobrinha, tomate e berinjela crus.
Frutas pouco doces. Quanto mais maduras, mais doces ficam as frutas. Opte pelas recém amadurecidas.

O que deve ser evitado

Doces caseiros ou industrializados (chocolates, compotas, bolachas recheadas)
Frituras e alimentos gordurosos em geral (queijos, manteigas, carnes gordas)
Sucos industrializados, refrigerantes e bebidas alcóolicas



Bom, o meu problema são os sucos industrializados: sou viciada em suco de caixinha.
Agora é evitar e tentar levar numa boa com sucos naturais.
Essas fotos são de algumas das minhas refeições!
 


sábado, 23 de agosto de 2014

O cardápio da grávida com diabete gestacional, hipertensa ou que está acima do peso




Os problemas desses três tipos de gestante são parecido e, por isso, é possível adotar a mesma dieta. A boa notícia é que é que todas podem controlar a situação.

Para essas gestantes, a dieta deve ficar entre 1.800 a 2.000 calorias diárias para que, ao fim dos nove meses, o ganho de peso não ultrapasse os 11 quilos. "O controle do sal também é necessário, especialmente para as hipertensas, que não devem exceder 570 miligramas por dia, o equivalente a ½ colher de café", completa Joyce, que montou o cardápio a seguir.


SEGUNDA-FEIRA (veja os outros dias clicando aqui!)
Café da manhã
xícara de café com leite desnatado
O leite contém proteínas de primeira qualidade.
+
2 fatias de pão de fôrma integral
A fibra evita os picos de glicose.
+
1 fatia média de queijo branco
Outra proteína do bem e que prolonga a saciedade.

Lanche da manhã
½ papaia
Acorda o intestino preguiçoso, tem cálcio e vitamina C.
+
1 pote de iogurte desnatado de ameixa
A fibra relaxa os vasos sanguíneos, evitando o aumento da pressão.

Almoço
1 prato de agrião com ¼ de pepino temperado com azeite e limão
Ameniza a fome.
+
3 colheres de arroz integral
Além de ser pobre em gordura, garante uma dose extra de energia.
+
1 concha de feijão
Fonte de minerais, como potássio, cálcio, magnésio, ferro e, principalmente, fósforo.
+
1 bife médio grelhado
Excelente fonte de ferro.
+
½ xícara de brócolis refogados
Esbanja ácido fólico, um nutriente importante para o desenvolvimento do bebê.
+
laranja com bagaço
Tem substâncias que ajudam a digerir a carne e absorver o ferro.

Lanche da tarde
1 copo de suco de maracujá
Ajuda a acalmar e a reduzir a ansiedade, comum nessa fase.
+
2 torradas integrais
Elas exigem mais mastigação - um truque para enganar o cérebro e saciar comendo menos.
+
1 colher de requeijão light
A proteína retarda a digestão do carboidrato complexo, evitando a fome de leão à noite.

Jantar
1 prato de folhas verdes e 1 tomate temperado com azeite e limão
Forra o estômago para que você coma menos nessa refeição.
+
2 colheres de arroz integral com cenoura
Para garantir um aporte extra de fibras.
+
1 filé grande de peixe grelhado
Ajuda a regular a pressão arterial.
Ceia
1 xícara de chá (exceto mate, verde e preto)
Embala o sono.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

GESTAÇÃO DE ALTO RISCO

Uma notícia não muito boa
Hoje estive na maternidade!
Aff! aquele cheiro de detergente, desinfetante e remédios ao mesmo tempo....quase vomitei!
Depois de outro chá-de-espera, fui atendida por um médico que ficou bravo com a cubana que me enviou...rsrs. Ela me mandou ao lugar errado...mas até que dá pra entender.
Aí ele fez o meu encaminhamento para o Centro de diagnóstico da Mulher para fazer meu pré-natal por lá e disse categoricamente: A SENHORA SABE QUE A SUA GRAVIDEZ É DE ALTO RISCO! E aí rezou uma lista de coisas que eu não devo fazer e o que eu não devo comer e disse que me espera na consulta no CDM para GAR.
Como toda mãe curiosa, resolvi pesquisar quais os fatores que podem levar uma gestação a ser de alto risco.
Boa leitura e beijos a todos!

INDICAÇÃO DE ALTO RISCO
A Gestação de alto risco é aquela que ocorre quando existe qualquer doença materna ou condição sócio-biológica que pode prejudicar a sua boa evolução.
Na gestação de alto risco existe risco maior para a saúde da mãe e/ou do feto.
Fatores individuais e sócio econômicos
idade materna menor do que 17 anos ou maior do que 35 anos
altura materna menor do que 1,45 m
exposição a agentes físico-químicos nocivos e estresse
má aceitação da gestação
situação conjugal insegura
baixa escolaridade
baixa renda
peso materno inadequado
DEPENDÊNCIA DE DROGAS lícitas ou ilícitas
História ginecológica e obstétrica anterior
gestação ectópica
abortamento habitual
infertilidade
anormalidades uterinas
feto morto ou morte neonatal não explicada
TRABALHO DE PARTO prematuro
recém-nascido de baixo peso
neoplasia ginecológica
cirurgia uterina anterior
hemorragia ou pressão alta em gestação anterior
Doenças maternas prévias ou concomitantes
cardiopatia (doença do CORAção)
pneumopatia crônica (doença dos pulmões)
doenças da tireóide
retardo mental
DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS
tumores
doenças psiquiátricas
epilepsia
doenças hematológicas (do sangue)
infecções
Doenças da gestação atual
crescimento uterino maior ou menor do que o esperado
gestação gemelar ou múltipla
NÃO REALIZAÇÃO DE pré-natal ou pré-natal insuficiente
hipertensão associada a gestação
DIABETE associada a gestação
ruptura prematura de membranas (ruptura da bolsa antes de 37 semanas)
isoimunização (doença do RH)
GANHO DE PESO excessivo
O seu médico saberá avaliar a necessidade de um acompanhamento mais rigoroso nas pacientes de alto risco. O conhecimento das patologias coexistentes e o acompanhamento por outros profissionais poderão ocorrer em alguns casos.
Nas gestações de alto risco é imprescindível o estabelecimento preciso da idade gestacional. Isso é realizado pela data da última menstruação (quando a paciente recordar) ou por ecografia precoce.


Leia Mais: Gestação de Alto Risco | ABC da Saúde http://www.abcdasaude.com.br/ginecologia-e-obstetricia/gestacao-de-alto-risco#ixzz39YD4pCxw 
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